E agora o amanhã, cadê?

Tenho um amigo de quem sempre tenho saudade. Dele e de mim. E de como sei ser eu quando estou com ele, sem medo de ser feliz. Ás vezes me bate uma época de falar de futilidades, de viver a vida a fundo, de esquecer do mundo. E de mim. Vivem repetindo por aí que só se dá valor quando perde, e hoje tudo que eu sei é que precisamos de cuidado para não nos perdermos da gente. Essa perda vem, irremediavelmente, cheia de sequelas. Quando se é tempo de recuperar, porém, os remédios chegam de modo prazeroso e pleno. Recuperamos a consciência e prometemos não entrar de novo no buraco negro, ao menor e maior espanto, lá estamos de novo, a aguardar na guia, sem sinal, sem fim. Meu conselho, amigo, é não buscar a felicidade, ou a solução. Não opte pelo indolor, ou por tudo que passa indiferente pelos olhos. Vá, sofra, e entre a fundo na busca certa. Vá te buscar que já é tempo, e eu também vou indo.

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